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Don Pablo Javier Alsina, meu amante imaginário, beijou-me em um dia de agosto, aos quinze, antes de outros, muito antes de tudo. Nunca mais deixamo-nos. Se há noites em claro, entre uma madrugada e um amanhecer tardio, aparece-me sorridente e sempre portando um girassol. Aquieta-me quando se aquieta ao lado, fazendo meu peito de abrigo, depois de dar-me tanto e quanto abrigo é preciso, se há uma noite em claro, entre uma madrugada e um amanhecer tardio.
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Don Pablo Javier Alsina, meu amante imaginário, beijou-me em um dia de agosto, aos quinze, antes de outros, muito antes de tudo. Nunca mais deixamo-nos. Se há noites em claro, entre uma madrugada e um amanhecer tardio, aparece-me sorridente e sempre portando um girassol. Aquieta-me quando se aquieta ao lado, fazendo meu peito de abrigo, depois de dar-me tanto e quanto abrigo é preciso, se há uma noite em claro, entre uma madrugada e um amanhecer tardio.
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in Contos do Imaginário - 2011





