Ângela Vicedomini
Toda madrugada de quarta-feira, depois das duas horas da manhã, no campo de futebol da praça X, no bairro Y, 12 homens procurados pela polícia, acusados dos crimes de tráfico de drogas, assalto a mão armada, homicídio e outros, jogam futebol.
A algazarra é imensa: Gritam, xingam, discutem, riem e chutam forte.
As pessoas ao redor não dormem, espreitam através de persianas e cortinas, resmungam, maldizem, reclamam entre si.
Ninguém comunica o fato a polícia, apesar de o time ser habitué da praça já fazem quatro anos.
Dona Eugênia pôs grades nas janelas.
Esperamos tiros e polícia cercando a praça a qualquer momento! Algo acontecerá...!
ResponderExcluirNa verdade, acontece...: do jeito que a realidade dispõe. Nem mais, nem menos.
Seus contos estão enxutos! As palavras carregam mais que idéias, carregam fatos: tanto umas quanto outros, em equilíbrio; que é o que chama a atenção.
Um curto - mas não seco - abraço!
sylvio,
ResponderExcluirobrigada, meu querido leitor de todos os contos!
um longo abraço!
Ahhh....! Longos abraços são bons!
ResponderExcluirSe bobear, até emocionam!
eu gosto também,... :)
ResponderExcluirBem suburbano.... gostei
ResponderExcluirnem sempre o medo ataca, o medo tbm pode ser um freio
wal,
ResponderExcluireu gosto quando você gosta!
o medo é a razão da nossa preservação, não acha?
obrigada por vir, querida.
um beijo.
gostei muito das tuas pequenas histórias e só posso a-plau-DIR. Extremamente significantes os enredos, aproximam-se em paralelos delicados, um moto-contínuo a procura de um de-VIR,
ResponderExcluirabraço
assis,
ResponderExcluirque presente mais importante eu ganhei com a tua leitura!!!!
muito obrigada, mesmo.
grande abraço!
a-plau-DIR..... o Assis tem razão
ResponderExcluirvocê é danada II, a missão!
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