Antônio Grambone
Os olhos do pai, a orelha do pai, a marca na perna esquerda do pai, o sorriso do pai, as mãos do pai, o jeito de dormir do pai, a mesma sobremesa preferida do pai, o temperamento do pai, o cacoete do pai, a vontade de se aventurar do pai, a letra do pai, os exageros do pai, o gosto musical do pai.
A mesma ausência na mãe...
[omnipresente, ausência: cerrados sinais das ascendências]
ResponderExcluirum imenso abraço, Betina
Leonardo B.
leonardo,
ResponderExcluiralém de seus incríveis versos dotados de grande sensibilidade e profundo conhecimento do exercício da poesia, ainda nos deixa seus comentários cheios de amor pela leitura.
muito obrigada, meu amigo.
(Des)consideramos ausências como consequências, não são. Fazem parte da vida, como as coisas que fazem parte.
ResponderExcluirBê, dei uma de lambe-lambe. Pode ir lá comentar. Exijo elogios!
:)
Bjs!
sylvio,
ResponderExcluirobrigada pela leitura sempre presente. tem razão, "viver é morrer".
hahaha
exijo elogios é ótimo!hahaha
Incrível como a ausência define..., tanto quanto a presença. Né?
ResponderExcluirValeu, amore (tão usada essa palavra, que já tá com pinta de 'mozão'...), suas palavras lá!
:)
ResponderExcluirBonito Betina, ia lendo e não podia imaginar o que vc faria para que eu perdesse o rebolado...pq é isso que vc faz comigo aqui. O Sylvio tem razão: nada define tanto a gente como uma ausência.....
ResponderExcluirBB, eu tô aqui!
querida,
ResponderExcluirobrigada, eu considero a sua presença fundaMENTAL para o meu trabalho aqui. :)
um beijo, amore.